Netflix mete a mão no bolso dos brasileiros! Premium chega a R$ 71,90 e até plano com anúncios fica mais caro
Streaming anuncia reajustes de até 23,9% em todos os planos no Brasil. Assinantes atuais também serão afetados pela nova tabela de preços.
A Netflix resolveu pesar ainda mais no bolso dos brasileiros. Nesta quinta-feira, 15 de outubro de 2026, a gigante do streaming anunciou um novo reajuste em todos os seus planos de assinatura no Brasil, com aumentos que variam de 15,6% a 23,9%. O plano Premium, que oferece resolução 4K e HDR, ultrapassou a barreira dos R$ 70 e agora custa R$ 71,90 mensais.
O aumento também atingiu a modalidade mais barata, que inclui publicidade. Ou seja, até quem aceita assistir a anúncios para economizar terá que pagar mais. Os novos preços já aparecem no site oficial da Netflix e serão aplicados aos assinantes atuais conforme seus ciclos de cobrança.
Confira os novos preços da Netflix no Brasil

O maior reajuste proporcional aconteceu justamente no plano com anúncios, enquanto o Premium registrou o maior aumento em reais, ficando R$ 12 mais caro por mês. Quem mantiver essa assinatura durante 12 meses gastará R$ 862,80 por ano, sem considerar eventuais assinantes extras.
Quando os assinantes atuais vão pagar mais?
Segundo a Netflix, clientes que já possuem assinatura receberão um e-mail aproximadamente um mês antes da primeira cobrança com o valor reajustado. A empresa permite trocar de modalidade ou cancelar o serviço a qualquer momento. O último aumento geral dos planos brasileiros havia ocorrido em maio de 2024.
A mudança também acontece em um momento de reestruturação interna da companhia, que anunciou recentemente uma redução de aproximadamente 6% de sua força de trabalho global, equivalente a cerca de mil funcionários. Não há, entretanto, evidências de que essas demissões tenham provocado diretamente o reajuste.
Minha opinião
O mais absurdo dessa história é perceber que nem o plano com anúncios escapou. O consumidor aceita publicidade, abre mão de uma experiência completamente livre de interrupções e ainda recebe o maior reajuste percentual de toda a tabela.
É mais um exemplo de como os serviços de assinatura estão ficando cada vez mais caros. Quando somamos Netflix, outros streamings, músicas e assinaturas de jogos, a conta mensal pode se transformar em uma despesa considerável.
A Netflix quer continuar aumentando a mensalidade, mas o consumidor precisa começar a questionar se o catálogo realmente justifica pagar quase R$ 72 por mês.